Essa discussão analítica é focada na etnia negra pura e não em mestiços pardos tupiniquins que tentam se passar por negros para angariar benesses sem esforço ou mérito, algo comum em brasileiros e que rebaixa o Brasil ao mesmo nível de países subdesenvolvidos, miseráveis e sem futuro.
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A suprema tirania fedorenta, o bordel jurídico tupiniquim, composta de notórios analfabetos jurídicos, notáveis gigolôs togados de escritórios de advocacia, jagunços corruptos que Luladrão chantageia e estapeia em público para mostrar que manda neles, insiste em fomentar o racismo nesta narcorrepubliqueta bandalheira latino-americana do “Varzil”.
A suprema casa de horrores e tolerância jurídica tupiniquim desconhece ou ignora propositadamente que a vocação é composta de dois pilares. O primeiro e mais importante é a aptidão, que é inata e ligada à etnia, enquanto o segundo é o interesse, que é adquirido do meio ambiente. Qualquer psicólogo ou psiquiatra sabe disso, mas os racistas togados tupiniquins insistem em promover gente sem aptidão intelectual.
Dos 30 prêmios Nobel concedidos a africanos, nenhum laureou negros em química, física e fisiologia ou medicina. Todos os laureados nessas categorias são brancos. Apenas um de literatura foi concedido a uma negra, e os demais concedidos a negros eram prêmios da paz, que laurearam até o comunista assassino Nelson Mandela.
Conte quantos negros cursam mestrados e doutorados nas áreas de ciências exatas, tecnológicas e de saúde. Praticamente nenhum.
No passado, o Brasil teve grandes gênios negros, como os irmãos Rebouças, que construíram a ferrovia mais difícil da história, a Curitiba-Paranaguá. Juliano Moreira, o primeiro psiquiatra brasileiro, era negro, mas eles tinham uma característica em comum: eram descendentes de um povo chamado Malei, a exceção intelectualizada dentro da etnia negra.
A aptidão da maioria dos negros é física, suportando mais esforços físicos que os brancos. São os melhores esportistas, melhores exploradores de florestas. Isso é filogenético, é ciência biológica pura e não cabe achismos ou ideologias.
Há quantos anos, ou décadas, um branco não vence a corrida de São Silvestre? Só dá africanos negros. O maior ídolo do futebol mundial em todos os tempos foi um negro brasileiro, e não adianta os argentinos espernearem tentando impor como maior jogador de futebol da história o seu craque branquelo drogado Maradona, porque este fez pouco mais de 500 gols em toda a sua carreira, enquanto Pelé fez quase 1.300.
No automobilismo, que exige reflexos rápidos e resistência física, apenas Lewis Hamilton, um negro, fã de Ayrton Senna e discípulo de Nelson Piquet, com quem aprendeu a preparar seus carros, conseguiu igualar o número de títulos mundiais do trapaceiro alemão Michael Schumacher, que foi heptacampeão, sendo sua trapaça a principal responsável pela morte trágica de Ayrton Senna. Leia aqui
